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EVA exporta com sucesso medidas de contra-ataque ao COVID-19

EVA exporta com sucesso medidas de contra-ataque ao COVID-19

Em tempos de pandemia, quando a sociedade civil se ombreia às atividades governamentais para prestar auxílio à população, e apresentar soluções rápidas e eficazes, a empresa EVA (Electric Visionary Aircrafts S.A.) passa a oferecer alguns serviços de grande valia para contra-atacar a COVID-19.


A start-up EVA instalada em Seixal, tem como CEO Olivier Le Lann e desenvolve VStations, que são estações para ancoragem e carregamento para até 24 drones com rápida e alta capacidade de fluxo de descolagem e aterragem.


Nas situações de emergência, como incêndios florestais, terremotos, inundações, ou ameaças a vida humana, como a pandemia provocada pelo coronavírus, os drones são uma resposta rápida, com o mínimo de contacto humano possível, e de largo alcance, mesmo em regiões de difícil acesso. Os drones podem transportar testes, sangue, autonomamente fornecer ou pulverizar desinfetante nas cidades para matar o vírus, para que se possa viver num ambiente mais seguro.


E é isso que a EVA tem feito durante o Estado de Emergência que vigora em Portugal. A empresa, que nasceu vocacionada para a proteção civil, ofertou às municipalidades de Seixal, Almada, Vila Franca de Xira e outras, estações e drones para o auxílio na desinfeção de áreas, entrega de bens, na vigilância, e até em anúncios sonoros.

Em junho, a primeira solução com drones pronta para uso da EVA será exportada para Jeddah, na Arábia Saudita, prevendo medidas de combate para apoiar a sua sociedade durante a crise. Através da inovação, mesmo as comunidades mais difíceis de alcançar continuam ligadas, assegurando que os bens críticos estão a ser levados às pessoas necessitadas.


A criação destas “pontes aéreas” assegura que os fornecimentos essenciais, tais como EPI, medicamentos e kits de ensaio, possam ser distribuídos pelas nossas comunidades, para garantir que todos, independentemente da localização, tenham acesso a cuidados de saúde de elevada qualidade.

A EVA estabeleceu o seu negócio no ano passado em Portugal com o apoio da Techstars Semapa Next e está ansiosa por ajudar as cidades e a sociedade portuguesa e não apenas exportar a sua solução para o estrangeiro.

A criação destas “pontes aéreas” assegura que osfornecimentos essenciais, tais como EPI, medicamentos e kitsde ensaio, possam ser distribuídos pelas nossas comunidades,para garantir que todos, independentemente da localização,tenham acesso a cuidados de saúde de elevada qualidade.A EVA estabeleceu o seu negócio no ano passado em Portugalcom o apoio da Techstars Semapa Next e está ansiosa porajudar as cidades e a sociedade portuguesa e não apenasexportar a sua solução para o estrangeiro.

Isabel Nacke
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